2007. MAIS UM ANO COMECA, COM MAIS AVENTURAS. O QUE SERA QUE AINDA PODE DAR ERRADO DEPOIS DE TANTOS ANOS? AH, MAS MURPHY PODE SURPREENDER. AINDA MAIS NA "ZOROPA". PORQUE MURPHY INTERNACIONAL EH MURPHY EXPONENCIAL!

Domingo, Novembro 26, 2006


Lei de Murphy no. 510: Seu roommate tem idolos estranhos

Viver num ambiente multicultural faz você perceber as diferentes maneiras de como as pessoas olham para uma mesma coisa. O meu roommate, um italiano chegado num álcool, seria dito como alcoólatra nos EUA, cachaceiro no Brasil e apenas boêmio aqui na Europa. Diferenças culturais, ok. Enfim, Durante as primeiras semanas a adaptação foi tranqüila: eu chegava de noite e ele estava fora (provavelmente sendo "boêmio"), e quando eu saía de manhã ele estava dormindo (exorcizando sua boemidade...). Até que um dia, num dos raros momentos que a gente se encontra, ele me diz que vai se candidatar para a presidência do gremio estudantil. Achei que ia ser uma bola fora com toda certeza, mas aparentemente tanto tempo no pub local deu a ele uma popularidade considerável (ou isso ou metade dos votantes eram igualmente "boêmios"), já que ele acabou ganhando. No dia do resultado, chego eu no quarto e ele está do lado de fora:

- Oi Marco. O que você tá fazendo?
- Colando esse pôster na nossa porta. Eu sou presidente agora.

O tal pôster era nada menos que uma foto gigante de George W. Bush, com a legenda "quarto do presidente".

- George Bush?!
- Sim. Ele é meu ídolo.

Medo. Morar com um italiano republicano? O que é isso, um híbrido de Mussolini e Bush? Se bem que agora o alcoolismo está explicado... Pelo sim, pelo não, quando ele saiu coloquei uma nota no pé do pôster: "Eu não tenho nada a ver com isso. Sou democrata. Ass: Rafael". Vai que tem um aluno iraquiano por aqui né? Nunca se sabe. Podem até explodir o meu quarto, mas que explodam só a metade dele.

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Sexta-feira, Novembro 24, 2006


Lei de Murphy no. 509: Seus posts se perdem no cyberespaço

Estava aqui calmamente escrevendo mais um post, falando sobre meu roommate italiano e alcoólatra, e quando fui linkar o a Lei de Murphy no. 496 (onde eu falo dele pela primeira vez), e descobri que o blogger simplesmente "perdeu" esse post (e quatro outros) no cyberespaço. Eles existem, eu consigo lê-los, mas quando clico nos arquivos do mês passado eles simplesmente não aparecem. Todos os outros daquele mês estão lá, menos esses quatro. Então quem encontrar esses cinco posts (Leis 496 - 500) por favor me avise ou indiquem a eles o caminho de volta, sim?

Francamente... Será que eu vou ter que mudar de provedor de blog? Depois de quatro anos aqui?

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Terça-feira, Novembro 21, 2006


Bom, do mesmo jeito que veio, foi. Não sei o que diabos aconteceu com esse blog durante o fim de semana, mas enfim...

Voltamos com nossa programação normal

Lei de Murphy no. 508: Seu cachorro adora Nutella

Ah, a Polônia... Um país cheio de cultura, com habitantes tão interessantes. Lembro de uma história que ouvi da minha amiga polonesa (aquela que queria um armário "com testículos") que não posso deixar de contar. Ela tinha uma amiga que tinha um cachorro chamado Pishku (ou algo assim), que adorava comer Nutella. Era seu aniversário, e ao chegar em seu lar a menina encontrou a casa completamente vazia. Resolveu realizar um hábito que há algum tempo mantinha em segredo. Passou na cozinha, pegou um pote de Nutella e foi para o quarto, sem perceber qualquer movimentação em sua sala. Passados alguns segundos ela vem voltando pelo corredor, chamando seu cãozinho. Ao entrar na sala - SURPRESA! - toda sua família e amigos acendem a luz no que era para ser uma festa surpresa.

Era para ser.

Ao acenderem a luz, a pobre menina foi flagrada numa cena que não tinha muita explicação alem do óbvio: ela estava nua em pêlo, com a buceta coberta de Nutella e o cãozinho ao seu redor. Aparentemente o cão literalmente "lambia os beiços" ao comer Nutella, mas quem se deliciava mesmo era a dona.

Por isso que eu digo: Murphy vai sempre aparecer na pior hora possível. Porque depois que todo mundo vê sua vagina cheia de doce e descobre que seu cão te faz um cunnilingus legal, não há muito o que fazer, não é mesmo minha gente?

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Segunda-feira, Novembro 20, 2006


Será que esse blog voltou a operar normalmente? Vocês têm conseguido abrir ou continua dando "Erro 404 - Página inexistente"?

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Domingo, Novembro 19, 2006


Lei de Murphy no. 507: Seu blog sai do ar espontaneamente

Eis que abro minha caixa de email e encontro um email de uma amiga, em letras garrafais, dizendo:

"O QUE ACONTECEU COM MURPHY?????"

Boa pergunta. Nos últimos dois dias eu tenho tentado de todas as formas entender o que acontece com esse maldito Blogger, mas não encontro resposta. Aliás, não encontro nem a pergunta - alguém já tentou se comunicar com o suporte do Blogger? Não existe! Fucei tudo que foi canto e nada. Simplesmente parece que o site resolveu dar uma de Murphy digital e tirou o blog do ar sem motivo nem explicação. Beleza...

Como se não fosse o bastante, resolvi entrar num blog que criei como teste, antes do Leis de Murphy, em 2002. E não é que, sei lá como, eu sou apenas contribuinte do meu próprio blog? Não tem administrador, e, portanto, não tem como deleta-lo já que eu não posso me auto-promover a admin. Vai entender...

Mas eu não tenho nada a ver com isso, que fique claro, e estou tentando solucionar esse problema. Como eu ainda não sei... Mas nesse interim, se vcs voltarem no blog e não abrir de novo, apertem "reload" umas 7 vezes q ele abre. Sério. Ou tentem digitar o endereço sem o "www".

Ô meu pai, dai-me paciência....

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Sexta-feira, Novembro 17, 2006


Esse blogger ta de palhacada comigo...

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Terça-feira, Novembro 14, 2006


Uma polaróide da vida em Londres com Murphy

Lei de Murphy no. 506: Seu dia tem altos e baixos

Saí mais cedo do trabalho e ainda ganhei 3 garrafas de vinho - 2 Sauvignon Blanc e um Bordeaux Francês. Alto. O careca chefe da cozinha escondeu a comida do buffet só para eu não comer. Baixo. Mas eu achei e comi. Alto. E ele descobriu e me deu um fora. Baixo. Saí com a mochila hiper pesada mas não quis pegar ônibus pra economizar. Baixo. Andei 2 horas até um hipermercado que vende comida barata e me entupi de doce, porque até eu mereço um break de vez em quando. Alto. Depois tinha que encontrar um amigo do outro lado do Tâmisa mas naquelas bandas não tinha ponte, só uma barca do hotel Hilton. Consegui entrar. Alto. No meio da viagem me descobriram clandestino. Baixo. Me fiz de turista burro mas a sacola com pão-de-forma me entregou. Tive que pagar mais caro que 3 passagens de ônibus. Baixo. Finalmente cheguei em Canary Wharf, onde ficam todos os escritórios da cidade. Todo mundo de terno e eu de moleton. Me senti um mendigo. Baixo. Encontrei meu amigo e ele pagou jantar. Alto. Só que ele quis tomar um café depois e eu me ofereci pra pagar. Baixo. Voltei pra casa mandando milhões de mensagens pelo celular porque desde ontem meu celular me disse que posso mandar torpedos grátis a partir de 7 da noite. Alto. Cheguei em casa meu valetransporte estudantil finalmente chegou, depois de semanas de briga com a companhia pública de transportes. Alto. Só que eu tinha acabado de comprar um passe semanal pelo preço normal. Baixo. Mas amanhã é outro dia, e começa tudo outra vez...

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Domingo, Novembro 12, 2006


Murphy spin-off (ou quase)

Lei de Murphy no. 505: Seus pais te sacanearam no batismo

Acho que uma das primeiras Leis de Murphy que uma pessoa enfrenta na vida é o próprio nome. Porque você tem absolutamente zero controle sobre isso. Quando se dá por gente, já carrega esse nome há alguns anos e é tarde demais para muda-lo, caso não seja do seu agrado. Aliás, se seus pais forem realmente sacanas (ou "criativos", que seja), você praticamente já nasce estigmatizado por Murphy. E, por algum motivo ainda não decifrado pela humanidade, conhecido apenas pela futurologia, se você estiver predestinado a ser um jogador de futebol então, suas chances de ter um nome "original" disparam.

Eu dei sorte de escapar dessa estréia Murphyana e nasci com um nome (e apenas um!) bem normal - Rafael. Mas foi por pouco. Lá em casa todo mundo tem dois nomes - e não necessariamente na melhor das combinações (Sério! Eu tenho um primo cujo nome e sobrenomes são em rima!). Mas enfim. Ao longo da vida, quantas vezes não cruzei com gente menos afortunada? Professores, colegas, ou mesmo estranhos randômicos. Accielly, Terli, Gualmar, Mosmê... A lista é longa. Pensando nisso, resolvi me juntar a um seleto grupo de observadores de cotidiano (a.k.a. blogueiros amigos) em "O Fantástico Mundo dos Nomes". Algo como "Leis de Murphy dos nomes próprios". Praticamente um spin-off. Rs. Desde algumas semanas e até sabe quando vocês poderão encontrar posts meus e dos outros autores sobre o tema e dividir conosco a miséria de algum conhecido (ou desconhecido) com nome "original". Enjoy!

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Quinta-feira, Novembro 09, 2006


Lei de Murphy no. 504: Você vai virar sommelier

Mais um dos bicos incomuns que estão patrocinando esta viagem pelo mundo... Estou eu vestido de brigada de incêndio no museu dos vinhos quando uma amiga me avisa que abriu uma vaga para sommelier (ou melhor, "guia" de vinhos), e que eles precisam de alguém com urgência. Mesmo sem saber patavina resolvi me candidatar, certo de que jamais conseguiria o emprego. Só que eu já devia ter aprendido a não me meter em situações que tenham qualquer possibilidade de dar errado (ou, nesse caso, "certo"), porque reza a Lei de Murphy que por menor que seja essa probabilidade, ela irá acontecer. Dois dias depois me chamaram para uma entrevista. Papo vai, papo vem...

- Bom Rafael, vamos ao que interessa. Você tem interesse por vinhos?
- Claaaaro!
- E você tem ambições profissionais nessa área?
- Hm, sinceramente não.
- O que você sabe de vinho?
- Olha, eu sei que é feito de uva... certo?

Parece bizarro, e realmente foi. Especialmente quando me perguntaram se eu podia começar no sábado. Acho que eles realmente estavam muito desesperados. Agora imaginem o que acontece quando uma pessoa, cujos conhecimentos enólicos se resumem a saber que vinho dá sono, começa a trabalhar de guia de vinhos. Ainda mais sendo eu (e Murphy). E numa terra estrangeira. Sim, porque vai explicar as propriedades de um vinho em inglês. Haja vocabulário! Boa coisa não vai ser...

Salva-vidas, suqueiro, professor, bombeiro, agora sommelier... É o caminho do sucesso, não é mesmo, minha gente?

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Quarta-feira, Novembro 08, 2006


Crossover!

Dando continuação ao que está se tornando uma tradição entre os blogs amigos, a Lei de Murphy no. 503 está excepcionalmente postada no blog da Rapha. Porque como eu disse no último crossover, Murphy tende a ser contagioso...

(Se bem que a Rapha já tinha todo um kharma Murphyano só dela, mas a gente abafa o caso... hehehe )

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Segunda-feira, Novembro 06, 2006


Murphy na Cozinha

Lei de Murphy no. 502: Chinesas vão rir da sua comida

Minha habilidade manual gastronômica é admirável. Além de ter queimado 3 dedos, ainda não consigo cozinhar nada que fuja dos parâmetros "instantâneo" ou "enlatado". Para melhorar, a cozinha do alojamento é comunal, ou seja, não é difícil ter companhia no fogão - geralmente alguma chinesa que cozinha todo um yakisoba com a facilidade que eu não tenho nem pra fazer miojo. Foi exatamente isso que aconteceu outro dia. Lá estava eu esperando a água ferver pra cozinhar meu arroz em saquinho quando entra uma delas cheia das tigelas:

- O que é isso?
- Arroz no saquinho.
- Mas você tá cozinhando com plástico?
- É assim mesmo.
- Nunca vi isso na vida...

Ela fez uma cara incrédula, e como o arroz tava quase pronto, resolvi abrir uma lata de feijão. É claro, me cortei na lata. Para parar o sangue, enrolei meu dedo num papel toalha e levantei a mão. Logo em seguida entram mais 3 chinesas. Ao deparar com a cena, elas começaram a conversar entre si em mandarim, numa conversa que eu só posso imaginar que tenha sido algo do tipo:

- O que esse ociental maluco tá fazendo segurando esse guardanapo no alto?
- Sei lá, mas deve ter alguma coisa a ver com esse arroz com plástico que ele tá cozinhando. Esses orientais são muito estranhos!

Antes de ir embora a chinesa me ofereceu um pouco do seu yakisoba, segura de que estaria melhor que a minha comida (e eu não duvido nada). Agora toda vez que vou cozinhar meu jantar tenho que ouvir chino-risadas sobre minha comida...

É, vai ser um longo ano.

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Quinta-feira, Novembro 02, 2006


Lei de Murphy no. 501: Seu filme clássico vira filme trash

Numa aula com alunos de 14 nacionalidades diferentes, fazer um exercício de "telefone-sem-fio" com idéias para filmes provavelmente não foi a melhor sacada da professora. Em tese era simples: ouvir a idéia do colega ao lado e passar para o colega do outro lado, que passa pro do lado dele e assim por diante, 5 minutos cada. Fácil, certo? Nem tanto. A primeira a falar comigo foi uma Queniana, com a idéia de outra pessoa:

- É sobre uma menina... Mas ela tem um problema de visão...
- Ela é cega?
- Não sei, acho que ela é meio cega. Ela não sai do quarto, e se apaixona por um menino que só vê a cara dela quando ela morre.
- Como assim? Ela tava coberta?
- Acho que ela devia usar um véu, ou algo do tipo. E ela escreve poemas.
- Uau, que ótimo filme. Poetisa semi-cegueta anti-social que usa véu. Sucesso de bilheteria!

Tempo! Ela levanta e em seu lugar senta uma Escocesa, com uma cara confusa.

- Não entendi direito o que eu ouvi... É sobre uma menina cega...
- A muçulmana?
- Ela é muçulmana?
- Ué, ela não usa um véu?
- Não sei, só sei que ela é órfã.
- Órfã?! Achei que ela escrevesse poemas.
- Como ela escreve poemas se ela é cega? Enfim, ela morre de falência renal.
- Hein? Órfã muçulmana, cega e isolada que escreve poemas em braile e morre de insuficiência renal? Que merda de filme é esse?

Tempo! A professora pede para cada um descrever a idéia mais interessante que ouviu. Eu, claro, não pude deixar esse verdadeiro thriller passar. A turma veio abaixo de risadas, até a autora original, uma menina Irlandesa, intervir:

- Peraí, a minha idéia era fazer um filme sobre Emily Dickinson!

Diga-se de passagem, Emily Dickinson era uma poetisa americana que tinha problemas de vista e morreu de nefrite após anos reclusa em sua casa de campo devido a um amor proibido. Agora de onde isso virou a órfã muçulmana só Deus sabe!

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(porque se alguma coisa pode dar errado, ela vai!)
Rafael na cozinha...
...e eu bem longe dele!
perigo constante.
e kit de primeiros socorros sempre a mao!
manda ele ter umas aulas com Jamie Oliver!
...caganeira na certa!

MURPHY TV

Aperte play e veja:
"A Piranha Sereia"

"Pink Lady & Candies - Pepper Keibu"

"I.N.G-健健美" (Ilariê em Tailandês!)

MurphyPod:
  • "Helena, onde está o seu marido?"
  • "Helena, a mamãe morreu!"


    VISITAS
    DESDE 01/01/2003

    ...::: Elenco:
    Rafael, alvo-mor de Murphy. Largou uma vida feliz porém azarada no Brasil para uma aventura pela Europa (e de quebra ainda fazer uma pós-graduação).

    ...::: Lendo:

  • "DRACULA", de Bram Stoker
  • Outros bons livros lidos:
  • Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Marquez
  • La Voz Dormida, de Dulce Chacón
  • O Físico e Xamã, ambos de Noah Gordon

    ...::: Pipocas:

  • "HAPPY FEET"
    de George Miller

    "Legal.. mas o final eh meio destoante"

    ...::: Spin-Off:
    O Fantástico Mundo dos Nomes
    Porque Murphy ataca desde a pia de batismo! Um blog em conjunto sobre os nomes mais "criativos" que vemos por ai!

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    ...::: Mas afinal, quem é Murphy?
    Murphy foi um físico que trabalhava na NASA. Ele disse que não importa quantos cálculos fossem feitos para se lançar uma nave no espaço, alguma coisa ia dar errado. Alguém vai esquecer um número, um parafuso, alguma coisa que leve ao caos completo. Bom, depois que a Challenger explodiu, ele perdeu o emprego, mas a Lei de Murphy permaneceu - e continua atormentando nós, simples mortais.