2007. MAIS UM ANO COMECA, COM MAIS AVENTURAS. O QUE SERA QUE AINDA PODE DAR ERRADO DEPOIS DE TANTOS ANOS? AH, MAS MURPHY PODE SURPREENDER. AINDA MAIS NA "ZOROPA". PORQUE MURPHY INTERNACIONAL EH MURPHY EXPONENCIAL!

Domingo, Abril 29, 2007


Direto da Dinamarca...

Murphy com toque escandinavo eh friiiiiiiiiooo.......
rsrs

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Quinta-feira, Abril 26, 2007


De ferias na Dinamarca ate 4a feira!

=)

Volto com muitas Leis de Murphy escandinavas e contando como eu quebrei um recorde mundial.... hehehe (de verdade!)

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Quarta-feira, Abril 25, 2007


Lei de Murphy no. 564: Vão te jogar no olho do furacão

Como eu disse há algumas semanas, quando acontece uma mudança na minha vida ela nunca vem sozinha, graças a Murphy. E entre tantas mudanças mudei também de emprego. Não, nada mais desses trampos bizarros como salva-vidas ou cobaia humana. Dessa vez arranjei um trabalho decente - que veio muito bem a calhar com meu calendário, já que as aulas acabaram. Nada como bom timing, certo? Só que logo no meu primeiro dia o cara que ia me treinar avisa:

- Olha, eu só vou poder te treinar por 4 dias porque eu estou indo trabalhar em outro lugar.

Ok. Sem problemas. A gente se vira nos 30 e dá um jeito. Porém Murphy...
No dia seguinte minha chefe vem e me diz:
- Rafael, eu sinto te dizer mas eu tenho que fazer uma viagem de negócios por 2 semanas. Você vai ter que cuidar de tudo pra mim aqui até eu voltar.

Ou seja, eu mal cheguei e jogaram tudo no meu colo. Bom timing é o cacete, né? Eu devia ter desconfiado que nem tudo eram flores... Por isso que não tenho postado tanto ultimamente, por estar tão ocupado.

Agora pensem comigo: teoricamente, se o cara que ia me treinar saiu fora, a vaga dele estaria disponível e a sucessão natural seria eu, certo? Correto. Mas nada na minha vida vem de mão beijada... (e se vem pode contar que vou pagar por isso).

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Sexta-feira, Abril 20, 2007


Lei de Murphy no. 563: Você fala algo inapropriado num jantar fino

Lembra quando a gente era criança e via Chaves e tinha sempre aquela clássica cena da sala de aula com todo mundo falando e de repente se faz um silêncio e o Chaves fala alguma besteira? Então...

O jantar fino e a paella corriam normalmente, e eu estava até me dando bem com todas as facas diferentes e comer a comida no lado côncavo do garfo que nem gente chique. Todos faziam suas poses finas e tentavam mostrar as melhores maneiras à mesa. Até que o pai da minha amiga, um senhor de estirpe, resolveu fazer um brinde à sua filha e elogiar o jantar preparado pela mãe. Um discurso muito comedido, tipicamente inglês. E como ainda estávamos na ressaca da falta de lingüiças, ele resolveu comentar no assunto, dizendo que elas estavam tão boas que ninguém pôde resisti-las, terminando com a seguinte frase:

- ... porque afinal quem não gosta de lingüiça só pode ser louco!

A mesa se abriu num riso controlado - afinal era um jantar chique - e eu virei para a menina do lado (a aniversariante) e fiz um comentário. Justo nesse momento fez-se um uníssono silêncio, fazendo com que meu comentário sobressaísse na mesa, ao melhor estilo Chaves. O que eu disse?

- Ou louco ou lésbica!

E como no Chaves houve aquele ar de constrangimento. Porque quando eu faço a piada de cunho sexual, ninguem ri, né? Deixem para mim a tarefa de baixar o nível no momento menos apropriado. Exímio exemplo de Murphy....

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Quinta-feira, Abril 19, 2007


Lei de Murphy no. 562: Você vai roubar as salsichas da mãe da sua amiga

A mesma amiga minha do jantar dos mariscos fez aniversário ontem e sua mãe resolveu fazer um jantar para os amigos mais chegados. Sortudamente eu fui incluído na barbada. Já antecipava um prato chique - afinal, se num mero jantar foram mexilhões, o que eu podia esperar dessa vez? O prato da noite era uma paella espanhola - e nessa eu sou craque. Afinal, minha família é espanhola e desde criança eu desenvolvi minhas técnicas para me desvencilhar de conchas e da (argh!) lula. Mais uma vez, dei sorte. Como os ingleses não têm idéia do que vai numa paella, jogaram tudo que acharam remotamente espanhol dentro. Tinha um monte de chorizo no meio (aquela lingüiça espanhola vermelha), além de coxas de frango. Até onde eu sei paella não leva nenhum dos dois (leva frango, mas não coxas inteiras à la KFC). E como eu adoro chorizo (me poupem das piadinhas óbvias), me servi fartamente e voltei pra mesa.

Minutos depois chega a mãe da menina com o prato cheio de arroz e, muito puta da vida, pára o jantar e pergunta:

- Quem foi que pegou todos os chorizos?

Ficou aquele clima tenso no ar. E eu com o prato [e a boca] cheia. Quando estava prestes e me desculpar, alguém quebrou o silêncio e soltou uma dessas piadinhas de cunho sexual sobre lingüiça e todo mundo riu amarelo.

Pelo sim, pelo não, cobri o resto dos meus chorizos com arroz e falei pra menina que tava do meu lado: "se abrir a boca eu te furo com meu garfo". E o jantar mal havia começado...

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Segunda-feira, Abril 16, 2007


Lei de Murphy no. 561: Você vai mudar seus hábitos alimentares

Já dizem os ditados populares (dos quais eu sou muito fã, obrigado): "A ocasião faz o ladrão" e "Tá no inferno? Abrace o capeta!".
(...)
Há alguns dias uma amiga minha - que mora muito bem numa casa enorme com seus pais - me convidou para um jantar em família na sua casa. Eu já fui preparado para usar todas minhas habilidades adquiridas na Socila e nao fazer feio caso aparecessem três tipos de faca ou dois tipos de copo à mesa. O que eu não havia me preparado, no entanto, foi para o jantar em si. Ou melhor, a comida. Desde sempre eu nunca gostei de nada que viesse do mar. Muito menos se viesse de dentro de uma concha. Tenho arrepios só de pensar em alguem comendo uma ostra (Até hoje me pergunto quem foi a primeira pessoa que abriu uma dessas, olhou para aquele conteúdo com aspecto de catarro vivo e pensou "nham!"). Graças a Deus ela não resolveu servir ostras. Mas antes fosse. O primeiro prato era nada menos que um balde de mariscos - na minha opinião muito mais asqueroso que ostra porque a concha sempre me lembra a carcaça de uma barata. Toda a familia me olhando, o estômago roncando, e aquele monte de verme marítimo me olhando. Pedi - com muita classe - um pedaço de pão e lá fui eu, comendo pela primeira vez na vida um balde de mariscos.

Vou confessar que o gosto não foi dos piores. Só tive que me controlar para não fazer cara de nojo ao comer. Quando contei para minha mãe, ela ficou admirada (e acho que até um pouco revoltada. Afinal ela sempre tentou me convencer de comer essas coisas e eu sempre resisti).

O que a fome não faz, não é mesmo?

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Quinta-feira, Abril 12, 2007


Lei de Murphy no. 560: Você mora com um motor

Um dos motivos que me levou a procurar uma casa e sair do alojamento era a busca por mais conforto. Afinal, apesar do alojamento ser bem prático para estudantes, eu já acabei minhas aulas e queria, dentre outras coisas, uma cozinha imune de chineses. Nada contra eles, são muito simpáticos, mas era um saco chegar na cozinha cansado depois de um dia inteiro de trabalho e me deparar com 4 chineses fazendo um yakisoba e rindo do meu espaguete. Acabei achando um apê bem centralizado, perto de tudo, mais bonito e até mais barato, onde já morava um colega meu de trabalho. Porém quando a esmola é demais o santo desconfia. E eu, como não sou santo, não suspeitei de nada e decidi me mudar para esse novo lugar, onde eu ia continuar tendo um roommate, dessa vez da África do Sul. Estou eu no meu sono calmo e tranqüilo, quando, no meio da madrugada, sou acordado por um singelo barulho:

- RRRROOOOAAAAAARRRR.....

Não, não era nenhuma obra na rua, nem uma carreta que passou perto da minha janela - se bem que eu acho que tudo isso ainda seria silencioso perto do que era o ronco estrondoso do sul-africano. Parecia uma porca parindo um camelo. E eu fiquei naquela: "será que eu acordo ele? Será que eu dou uma sacudida nele?" até quase seis da manhã, quando desisti de dormir e levantei. Cheguei no trabalho que nem um zumbi. Logo na 1a semana do trampo novo. Eu já não sou uma pessoa muito simpática de manhã. Some a isso eu ter sido acordado por essa britadeira de Joanesburgo que vocês podem ter certeza que eu não causei a melhor das impressões no escritório novo....

ps - Pra quem já não sabe mais de onde afinal é meu roommate:
  • Marco, o italiano, dividiu comigo por 6 meses até mudar para um quarto só seu no alojamento;
  • em seu lugar entrou Yuuuu-lin (?), o chinês, até eu sair do alojamento e me mudar...
  • ... para um apartamento onde divido com o Hilton, o sul-africano. Ok?

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    Quarta-feira, Abril 11, 2007


    Lei de Murphy no. 559: Tudo que entra...

    Ô povinho de mente suja vocês hein? Quando eu disse que comi um mexicano não quis dizer que virei "cucarachófilo", mas sim que fui jantar num restaurante mexicano... E claro, tinha que dar alguma coisa errada.

    Eu estava com uma galera bem diversificada da universidade: um holandês, uma americana, uma indiana, dois franceses e a escocesa da batata frita congelada. Num papo muito animado e com uma fome de lascar, afinal tinha acabado de sair do trabalho e não tinha comido nada o dia inteiro. Com a afobação que me é característica, pedi o maior prato da casa, sem pensar que comida mexicana contém um tempero bem difícil de digerir: pimenta. E põe pimenta nisso. Enquanto eu comia era tudo divertido - até porque, como bom jantar mexicano, a tequila e as margaritas eram fartas - mas no dia seguinte....

    Acordei com uma pontada no baixo ventre. Eu sabia, ainda na cama, qua ia sofrer. Fui correndo para o banheiro onde paguei por cada grama de pimenta ingerida. E eu enquanto eu me contorcia no trono tentando pensar numa solução para aliviar aquela terrível sensação - eu não tenho bidê! - eu jurei jamais comer nenhuma comida mexicana novamente tão cedo. Ou pelo menos não com tanta gula...

    É como diz o ditado: passarinho que come pedra...

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    Terça-feira, Abril 10, 2007


    Busy busy busy....

    Quem disse que fazer carreira internacional eh facil? Nem tempo pra respirar eu estou tendo. Ainda mais com gente chovendo em volta de mim visitando Londres, eu me mudando e esse emprego novo que me consome mais que nao sei o que.

    Ainda por cima comi um mexicano ontem que ta dificil, viu?

    Eta vida....

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    Sexta-feira, Abril 06, 2007


    Lei de Murphy no. 558: Seu novo roommate tem leves problemas de comunicação

    Há algumas semanas Marco resolveu se mudar para um quarto só seu no fim do corredor, deixando-me com o quarto inteiro só para mim nos meus últimos dias morando no alojamento. Porém felicidade de pobre dura pouco. Passados alguns dias de liberdade, eis que recebo um email da Consuelo, a espanhola encarregada das acomodações, dizendo "a partir de hoje você terá um novo roommate", sem dizer quem seria. E eu sabia que a sorte que tive com Marco não ia se repetir dessa vez. Dito e feito. Quando chego em casa à noitinha eis que há um chinês no quarto:

    - Olá, prazer. Meu nome é Rafael.
    - Eu ser Yulin Liu.
    - Yu-lin?
    - No. Yuuuu-lin.
    - Liu?
    - Yuuu-lin.
    - (respira...fala com calma). Ok. De... onde... você... é?
    - Eu. China.
    - Sim, isso eu adivinhei. Mas de onde na China?
    - China. Biiiiig countly.
    - Sim... China... e a ci-da-de? Shanghai?
    - Hahahahaha. China.
    - Ok... Não é Shanghai então... Pequim?
    - No no. Shenyang.
    - Quê?!
    - Shenyang. Biiig city.
    - Quantas pessoas moram lá?
    - 1 billion. Biiig city.
    - Não não... 1 bilhão tem a China toda. Sua. Cidade. Shenyang?
    - Ah! Shenyang! 100 million. Biiiig city.
    - Ah tá bom. Deixa pra lá...
    - What?
    - Nada não. Eu tenho que ir. Arigatô. Sayonara. Tchau.

    E isso foi apenas uma das longas e intrucadas conversas que tentei ter com Yuuu-lin. O melhor de tudo? Ele não se chama apenas Yuuu-lin Liu. Ele se chama DOUTOR Yuuu-lin e veio para cá como professor convidado! Imagina ter aula com uma pessoa que me perguntou hoje de manhã o que era uma pia? Jesuis amado...

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    Quarta-feira, Abril 04, 2007


    Crescendo com Murphy (12)

    Lei de Murphy no. 557: Seus patos não sao impermeáveis

    Apesar da confusão, ninguém podia negar que Dona Encrenca, a marreca histérica, era o sucesso daquelas férias. Tanto que no dia seguinte todos meus primos quiseram comprar seus respectivos patos. E lá foi meu avô, com toda sua boa vontade, na casa de produtos agrícolas carregado de crianças pentelhas com ele. Chegando lá, cada um pegou o filhote que lhe agradou, exceto um dos meus primos, que cismou com um pato ancião que jazia moribundo no fundo do viveiro. Apesar dos protestos, ele foi irredutível e levou o tal para casa. Minha tia, ao ver todas as crianças com seus lindos patinhos amarelinhos e aquele estrupício com seu filho, não se conteve:

    - Tanto pato bonito e você teve que escolher logo o pato mendigo??

    Só que o "pato mendigo", quem diria, em poucas semanas revigorou-se e tornou-se um belo pato branco gigantesco, quase um cisne, enquanto os patinhos amarelinhos, muito bonitinhos, pegaram gripe e quase morreram. Salvaram-se apenas porque minha mãe teve a brilhante idéia de secá-los com o secador de cabelos após uma chuva - pois é, eu também sempre achei que dentre todas as aves, os patos e os pingüins seriam os últimos a pegarem uma gripe, mas vivendo e aprendendo, não é mesmo?

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    Domingo, Abril 01, 2007


    Crescendo com Murphy (11)

    Lei de Murphy no. 556: Você vai comprar um quase-pato claustrofóbico

    Todo ano a gente passava as férias na casa do meu avô no interior. E todo ano a gente (eu e meus primos) arranjava uma moda diferente. Teve o ano de fazer cabana no mato, o ano da piscina, o ano de criar sapo, o ano de tentar bater o record mundial de garrafas pet e o ano dos patos. Quem começou com a idéia dos patos fui eu - quem mais? - quando inventei de ter um bicho "diferente" naquele ano. Pertubei minha mãe até ela me levar pra comprar um. Chegamos na loja, escolhi o que eu gostei, o vendedor colocou numa caixa de papelão e lá fomos nós, eu e mamãe, pegar um ônibus pra voltar pra casa. O pobre pato, acho que por claustrofobia, resolveu gritar por socorro durante a viagem. E foi Qua-qua-quando o percurso todo, atraindo a atenção de todos os passageiros que provavelmente pensavam "que criança é essa que anda com um pato histérico numa caixa no ônibus?". Mamãe diz que quase morreu de vergonha. E ao chegar em casa, qual foi minha surpresa ao descobrir que tinha comprado pato por lebre, quer dizer, por marreco! E assim que soltei a marreca no quintal a peste danou de sair correndo terreno afora, colocando toda uma multidão de crianças ensandecidas a correr atrás dela, que quanto mais corriam, mais afugentavam a marreca. Um verdadeiro pandemônio infanto-animal (posso imaginar a cara de arrependimento de mamãe ao se dar conta do que tinha feito). Não por menos ao final daquele dia, quando finalmente pegamos a dita cuja, ela recebeu um nome que lhe convinha: Dona Encrenca. E foi exatamente nisso que meu avô se meteu quando deixou uma das quase 15 crianças ter um pato...

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    (porque se alguma coisa pode dar errado, ela vai!)


    VISITAS
    DESDE 01/01/2003

    Rafael na cozinha...
    ...e eu bem longe dele!
    perigo constante.
    e kit de primeiros socorros sempre a mao!
    manda ele ter umas aulas com Jamie Oliver!
    ...caganeira na certa!

    MURPHY TV

    Aperte play e veja:

    Paula Abdul bêbada

    "Tina Turner - What's Love Got to Do With It"

    Tina lokona saindo da balada e voltando pra casa a pé no Bronx. Mega trash anos 80.

    Mara Maravilha caindo da gangorra

    MurphyPod:
  • "Helena, onde está o seu marido?"
  • "Helena, a mamãe morreu!"

    ...::: Elenco:
    Rafael, alvo-mor de Murphy. Largou uma vida feliz porém azarada no Brasil para uma aventura pela Europa (e de quebra ainda fazer uma pós-graduação).

    ...::: Lendo:

  • "EASY RIDERS, RAGING BULLS", de Peter Biskind
  • Outros bons livros lidos:
  • Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Marquez
  • La Voz Dormida, de Dulce Chacón
  • O Físico e Xamã, ambos de Noah Gordon

    ...::: Pipocas:

  • "FACTORY GIRL"
    de George Hickenlooper

    "Otimo! Filme perfeito (apesar da Siena Miller...)"

    ...::: Spin-Off:
    O Fantástico Mundo dos Nomes
    Porque Murphy ataca desde a pia de batismo! Um blog em conjunto sobre os nomes mais "criativos" que vemos por ai!

    ...::: Gente como a gente:
    Bebetinha
    bedeluxe
    Bife Sujo
    Como Viver Incorretamente
    Eletrosheep
    Gavetados
    I.S.A.C. (Isso Só Acontece Comigo!)
    Minha Vida em Technicolor
    Monicake
    Mutatches
    Perainda
    Pisandro
    Quem for Burro...
    Refurbished Life
    Suburbia Tales
    Uma Dama Não Comenta
    Whatever
    A Casa das 7 Micheles

    Mineral Princess
    The Daily Wine
    Princess Alice
    I am not lefthanded either
    Lana
    Aleks

    ...::: Meu passado me condena:

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    ...::: Mas afinal, quem é Murphy?
    Murphy foi um físico que trabalhava na NASA. Ele disse que não importa quantos cálculos fossem feitos para se lançar uma nave no espaço, alguma coisa ia dar errado. Alguém vai esquecer um número, um parafuso, alguma coisa que leve ao caos completo. Bom, depois que a Challenger explodiu, ele perdeu o emprego, mas a Lei de Murphy permaneceu - e continua atormentando nós, simples mortais.